Archive for novembro 2008

39. Porque hoje é sábado!

nov 29th, 2008 | Publicado por Elmer Ponte | Seção: Um Minuto pra Vida Toda

Na semana passada eu sugeri que, diante de pressões para fechar um negócio qualquer, sempre tínhamos a opção de ir até a esquina em busca de um negócio melhor. Muitos amigos acharam a idéia interessante, e a Ana Bezerra ampliou a questão ao comentar que na vida sofremos pressões de todos os lados, não apenas [...]



38. Vamos nos encontrar na esquina

nov 22nd, 2008 | Publicado por Elmer Ponte | Seção: Um Minuto pra Vida Toda

Quando vamos comprar algo, recebemos pressões de todo tipo: O preço vai subir amanhã…, É a última peça do estoque…, A promoção termina hoje… Por alguma razão misteriosa da vida – talvez a vontade de satisfazer um desejo a qualquer custo – terminamos por fazer a compra sem uma avaliação crítica dos argumentos do vendedor. [...]



37. Para reduzir a ansiedade, crie alternativas!

nov 15th, 2008 | Publicado por Elmer Ponte | Seção: Um Minuto pra Vida Toda

Imagine a negociação de uma mãe com a candidata a babá de seu filho. A segunda-feira está chegando e a mãe não pode faltar ao trabalho, inclusive porque vai acontecer uma reunião importante, da qual depende seu futuro profissional. Nessas circunstâncias, se a empregada for esperta e pressentir que a outra não tem escolha, pode [...]



36. Ao negociar, você sempre consegue um preço justo?

nov 8th, 2008 | Publicado por Elmer Ponte | Seção: Um Minuto pra Vida Toda

Na vida estamos sempre negociando alguma coisa, mesmo que não tenhamos sido treinados para tanto. E os especialistas em negociação dizem que a grande maioria dos negócios não são fechados a um preço justo – o que significa que uma das partes termina levando vantagem sobre a outra (mesmo que não se chame Gérson). O [...]



35. O longo caminho para se chegar ao simples e ao óbvio

nov 1st, 2008 | Publicado por Elmer Ponte | Seção: Um Minuto pra Vida Toda

Depois que se comete um erro, tudo fica muito mais claro, tanto para o protagonista do erro como para os observadores. É o caso da jogada decisiva que mudaria o desfecho da partida, mas que foi desperdiçada pelo grande jogador, gerando verdadeira comoção no estádio. Mas essa clareza tardia não se aplica apenas ao esporte, [...]